Apenas em anúncios em vídeo, diz a CISCO, os gastos em 2016 alcançaram US$ 10 bilhões, valor cerca de 23% maior que em 2015. Segundo Celso Augusto Forster, cofundador da plataforma de streaming para transmissões de shows ao vivo ClapMe, “o mercado como um todo está acordando para essa realidade”.

“Impressiona o impacto e engajamento da audiência com o vídeo online, que é ainda maior nas transmissões ao vivo como fazemos para diversos artistas e marcas em suas fanpages. O salto de qualidade torna a experiência única, tanto para o fã (que busca a todo instante novas formas de interação e se aproxima do ídolo), quanto para os potenciais clientes e consumidores das marcas que promovem seus produtos e serviços – estreitando o laço emocional com a audiência”, diz Forster.

A projeção até 2019, para os EUA, o mercado deve bater a marca de US$ 14 bilhões para investimento com ações voltadas à propaganda de vídeo digital.